29 de agosto de 2014

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O principio de uma eternidade.

Por Valdson Almeida

No princípio criou o Homem o seu mundo particular.
E esse mundo era sem forma e vazio; e havia trevas sobre a alma do homem; e o Espírito de Deus não tinha lugar nesse novo espaço.
E disse o Homem: Sou dono do meu próprio nariz.
E viu Homem que ser dono do próprio nariz era bom; e fez junção entre ele e o pecado.
E o Homem chamou isso de liberdade. E foi o primeiro dia.
E disse o Homem: Haja uma expansão da minha liberdade, e haja separação entre eu e Deus.
E chamou o Homem à expansão de autossuficiência, e assim foi o segundo dia.
E disse Deus: Ajuntem-se em um só lugar todo o meu amor, e que esse amor seja vestido de carne humana e que a misericórdia visite o Homem; e assim foi.
E chamou Deus o seu Amor encarnado de Jesus Cristo. E Jesus Cristo também é Deus. Deus humanizado; e viu Deus que era bom.
E disse Deus: Eu resgatarei o Homem do domínio das trevas e o levarei para o Meu Reino de luz – E Deus amou o mundo de uma maneira absurdamente inexplicável, que deu de presente seu Único Filho para que todo o homem que Cresse Nele, não morresse para sempre, mas tivesse a vida eterna; e viu Deus que era bom.
E foi a tarde e a manhã do terceiro dia.
E disse Deus: Jesus é o caminho de volta a Mim, ninguém poderá voltar aos Meus braços se não for através Dele.
E disse mais; Eu amei vocês quando ainda eram pecadores rebeldes. Eu tenho bons pensamentos em relação a todos vocês. Pensamentos de paz e não de mal, para dá um bom futuro a todos. A minha misericórdia é o único motivo que ainda matem todos vocês vivos, e ela se renova na vida de cada um todas as manhas. E disse Deus coisas boas aos homens.
E os dias passaram.

E havendo Deus falado ao homem, nunca mais descansou, trazendo pecadores arrependidos e convertidos ao seu colo de descanso.

25 de agosto de 2014

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Monólogo da Mulher Adúltera

Por José Barbosa Júnior

Desde pequena eu sabia o que era certo.

Meu pai, um dos principais da sinagoga, fazia questão de nos ensinar toda a Torá desde pequeninos. Na verdade, ele ensinava somente aos meus irmãos, mas eu me aventurava em ouvir os ensinos, escondida atrás da porta. Achava fascinante, e ao mesmo tempo pesado... eram tantas leis, tantos mandamentos...

Será que algum homem seria capaz de cumpri-los todos? Sinceramente, achava impossível... e me calava.

A esperança brilhava nos meus olhos quando o ouvia falando do tal messias, o que viria para salvar o seu povo. Como deveria ser? Será que o tal messias me olharia um dia nos olhos? Ou será que estava condenada a viver minha vida toda atrás das portas... escondida dos homens?

O tempo passou. Cresci, e ainda em minha adolescência fui obrigada a casar com um homem a quem não amava. Era o costume, e assim foi... Eu era cuidada por ele como um objeto precioso, havia respeito, mas não amor, amor que eu tanto procurava. Os amigos de meu pai me consideravam uma jovem muito bonita e faziam questão de externarem suas opiniões. Eu gostava. Não ouvia tais elogios de meu marido.

Fui me acostumando àqueles elogios. Na verdade alguns eram até ousados demais, e me deixavam sem graça, pois percebia suas intenções, podres intenções. Eram homens casados também, oficiais na sinagoga, alguns anciãos, outros mais jovens, mas queriam que eu os servisse, nem que fosse por uma noite apenas.
Aquela situação me causava muito desconforto. Sentia raiva,e até mesmo nojo daqueles homens... exceto um, que me chamava a atenção. Era casado também, mas parecia me querer bem... fui seduzida!

Nunca imaginara trair meu marido, mas naquela madrugada, antes do nascer do sol me entreguei àquele homem. Nem de longe imaginava o que ainda estava por acontecer.

Os outros homens, amigos do meu pai, haviam percebido o meu envolvimento, e seguiram-nos até nos pegarem em pleno ato de adultério. Meu dia estava apenas começando. Quanta vergonha!!!

Pegaram-me, nua, e carregaram-me para o Templo, onde um homem de Nazaré ensinava naquela manhã que nascia. Havia uma multidão para ouvi-lo. A vergonha era maior ainda. Muitos me conheciam... muitos conheciam meu pai... muitos conheciam meu marido. Tive medo!

Fui jogada no meio da multidão, que se acotovelava para ouvir o tal profeta Galileu. Achei estranho perceber que estava só. Apesar de eu e meu então amante sermos pegos juntos no ato de adultério, apenas eu fui levada como adúltera... ele não!

Olhei então e vi aqueles homens que antes me assediavam, perguntando àquele Rabi: “mestre, esta mulher foi surpreendida em adultério. Na lei, Moisés nos ordena apedrejar tais mulheres. Tu, porém, o que dizes?”

Eu olhava aquela cena e meu nojo aumentava. Os homens que queriam apedrejar-me eram os mesmos que viviam se insinuando para mim. Quanta hipocrisia. Quanto ódio tive da religião!

O tal Rabi galileu permanecia calado.

De repente, inclinou-se e começou a escrever na terra com seu próprio dedo. Eu não acreditava no que meus olhos começavam a ler.

Aquele homem começou escrevendo o meu nome, e abaixo do meu nome começou a enumerar os meus pecados. TODOS os meus pecados!

Eu queria a morte naquele momento. Que as pedras viessem logo. Não suportaria tanta vergonha.

Num ímpeto, o Rabi levantou-se e disse àqueles homens, meus censores, prontos a colocar sob um monturo de pedras mais uma adúltera: “quem dentre vós que não tem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra!” ... E voltou a escrever meus erros na terra.

Algo muito estranho começou a acontecer: a começar dos mais velhos, um por um, forma largando as pedras em seus pés, virando as costas, e indo embora.

Ficamos só eu e o tal profeta. Eu tremia!

Ele calmamente levantou-se e veio em minhas direção. Percebi algo no seu olhar. Era diferente. Ele não me desejava. Vi amor no seu olhar. Nunca antes alguém havia me olhado assim. Enquanto caminhava em minhas direção, não tive como não perceber que suas pegadas firmes e constantes, pisavam e apagavam a minha enorme lista de pecados. Lembrei-me de um texto que sempre ouvia meu pai ensinar aos meus irmãos: “pelas suas pisaduras fomos sarados”.

Seria esse Rabi, diante de mim, o messias esperado? Bem que eu já havia ouvido rumores a respeito disso.
Ele aproximou-se de mim, e tirando a sua capa, cobriu a minha nudez. Perguntou-me com uma voz inconfundivelmente firme e amorosa: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?”
Minha voz trêmula conseguiu balbuciar: “Ninguém, Senhor!”
Ele então, segurando em minhas mãos e erguendo-me do chão, olhou nos meus olhos e disse: “Nem eu te condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais.”
Meus olhos marejados ainda puderam ver aquele homem se afastando e voltando a ensinar o povo. Eu estava verdadeiramente diante do messias!

Olhei para o chão e lá estavam todos os meus pecados apagados pela sola dos pés daquele rabi. Só uma coisa não havia sido pisado: o meu nome! Ele estava intacto, escrito pelas mãos do próprio salvador. Lembrei-me então de um outro texto sempre recitado pelo meu pai, acerca do messias: “Ele não esmagará a cana quebrada, nem apagará o pavio que ainda fumega...”
Fui para casa... mas sabia que daquele dia em diante nunca mais seria a mesma. Nunca esquecerei de seu olhar, sua voz, e seu amor: “Nem eu te condeno!”
Prossigo em meu caminho, às vezes tropeçando, mas sempre com sua fala graciosa ecoando em mim: “Vai, e de agora em diante... não peques mais!”

[Quero deixar bem claro que este é um exercício de FICÇÃO. É uma suposição de como o fato pode ter acontecido. Não é nenhuma "revelação" extrabíblica, mas apenas as suposições e a fantasia de um simples escritor sobre o relato de João 8: 1 – 11]

27 de maio de 2014

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Sobre o que (não) acreditar


Por Gabriela Lima

“– Você é religiosa? / De qual religião você é? / Você é evangélica?
- Olha, prefiro responder essa pergunta de uma outra maneira, já que não gosto de rótulos e também porque a religião, hoje em dia, virou sinônimo de muita coisa negativa, principalmente, de hipocrisia. Por isso, prefiro dizer que eu acredito na Bíblia e em Jesus como Salvador”.

Desde que me converti (no significado de mudar de uma religião para outra) as pessoas sempre me perguntam sobre a minha crença. Já fui chamada de beata, crente, carola, santinha e outros adjetivos que me rotulavam por escolher ser uma pessoa que preferia não adotar o nome de “cristã – não praticante” (no Brasil se tem muito disso). Desde então, tenho tentado viver da maneira mais honesta possível com as minhas vontades, crença, valores, princípios e por isso me incomoda tanto uma sociedade generalista que julga sem realmente conhecer o objeto em questão (e para isso abro o leque para todas as áreas, não apenas a religiosa).

Como quase-jornalista que sou, aprendi que devo ler, ouvir e ver tudo ao meu redor com um olhar crítico e, quiçá, cético e, dessa forma, o meu olhar sobre a minha “religião” não passaria em branco. Após intensas reflexões comigo mesma, com os meus amigos e com Deus cheguei à conclusão de que eu não acredito nesse evangelho mesquinho de que se fala por aí. Não acredito na espetacularização da fé e nem acredito na fé como sinônimo de positivismo – abre parênteses: Tenha fé que tudo vai dar certo!!! Fecha parênteses – Também não acredito nesse evangelho midiático que banaliza e vende a figura de Jesus; não acredito na religião que apenas te ensina a receber sem te ensinar a servir/amar o seu próximo. Não acredito no charlatanismo crente que é pregado para brancos, heterossexuais de classe média e que são “pessoas de bem”.  Me consome de inconformidade o evangelho de “pena” pregado para pessoas de classe baixa, homossexuais, negros e todo tipo de pessoa que a igreja de hoje em dia considera como pecador e necessitado de Deus (como se TODOS nós não fôssemos). Pois bem, se você se incomoda com esse tipo de “evangelho”, saiba que eu também.

Em contrapartida, acredito no Evangelho (esse sim é com letra maiúscula) que coloca TODAS as pessoas, desde o nascimento, no mesmo patamar – carentes e separadas de Deus – e que através de Jesus, e SOMENTE através dEle, podemos ter nosso relacionamento com Deus reestabelecido. Acredito no Evangelho que não te faz pagar penitências para você ser perdoado por seus erros, porque Jesus já fez isso de uma vez por todas na Cruz. Também acredito no Evangelho que não te coage fazer “boas obras” e ser um santinho para você não ir a um lugar ruim, o qual conhecemos por “inferno”, porque esse mesmo Evangelho me ensina que não é por meritocracia que vou para um lugar bom mas porque Jesus, através do sacrifício dEle, conseguiu a salvação para mim e não há nada que eu possa fazer para consegui-la se não for pelo autorreconhecimento de que não consigo conquistá-la (isso é lindo!!). Acredito na religião que te ensina a cuidar dos outros, que não coloca a igreja como um museu de pessoas santas e imaculadas, que não faz acepção de pessoas para a mensagem de Jesus e que te ensina ser um mordomo das coisas de Deus, isto é, te ensina a cuidar da nossa sociedade, da natureza, das pessoas, da nossa família e de nós mesmos. Acredito no Cristianismo que sempre me lembra como eu preciso de Jesus e não de como eu preciso da minha autoconfiança para que as coisas deem certo (seja lá o que for certo). Acredito no Evangelho que me alerta que nessa vida nem tudo serão flores e que meus problemas podem estar só começando, mas me ensina também que, em todos os momentos, Deus vai estar comigo. E isso basta.

Em suma, eis a beleza do Evangelho: é puro, simples, genuíno, justo para todos e completo! 

20 de janeiro de 2014

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Em prantos... Deleito-me e abraço Jesus!

Por Raphael Brito

Jesus, Papai, meu Papai
Eu ainda não consegui entender. Por que tu me amas tanto assim (?)
Mesmo em meio a tantos pecados e tantas iniquidades
Tu me queres tão bem Jesus

Meu coração inflama diante da tua bondade
Eu não consigo conter o meu choro e minha vergonha diante de Ti Senhor
Ensina-me a andar no teu caminho para sempre
Tu me queres tão bem Jesus

Ajuda-me a entender [SEMPRE] que o único caminho és tu Senhor
Foram tantos os largos e maus caminhos que se abriram para mim
Mas prefiro viver neste caminho estreito de verdadeira e perfeita bondade
Tu me queres tão bem Jesus

Papai, Papai, meu Papai
Minha vida não tem sentido sem Ti Senhor
E mesmo que eu me entristeça e meu coração passe por amarguras
Tu me queres tão bem Jesus

Paizinho faz-me entender que este mundo não é para mim
Estou somente de passagem
O melhor tu tens para me dar na eternidade
Tu me queres tão bem Jesus

Eu não preciso entender, eu não preciso pensar muito
Só preciso sentir e me deleitar em Ti Senhor
Por que perder a paciência com situações tão mínimas (?)
Tu me queres tão bem Jesus

Quando pago a conta do mês, quando estou desempregado
Quando durmo, quando entro no ônibus, quando estudo, quando peco
Tua mão e Teu espírito sustentam meu coração
Tu me queres tão bem Jesus

Peço-te, clamo-te, humilho-me Papai
Declaro que não há outro além de Ti Senhor
E mesmo que eu caia no buraco espinhoso, sempre exaltarei O Teu nome

Tu me queres tão bem Jesus

11 de dezembro de 2013

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Abandone-se

Por Carolina Garcia

É um convite.

Jesus nos convida a deixar que nossas teorias esborrachem-se no chão.

Nos convida a parar de maquinar atalhos para alcançarmos respostas, a abandonar nossa metodologia humana para defrontar-se com uma solução. (João 15.4)

Nos convida a lançarmos fora nossos olhos por vezes incrédulos e aquietar o coração que, em meio as aflições, tende a perder o bom ânimo. (João 14.1)

Nos convida a pisar sobre a entorpecente autocompaixão, ao desprendimento da irreal auto-suficiência. (João 15.5b)

Nos convida também a pedir, buscar e bater a porta incessantemente, pois todo o que pede recebe, todo que busca encontra e todo que bate a porta se abrirá. (Lucas 11.9-10)

Nos convida a buscar primeiramente o Reino dos Céus, sua justiça, as coisas do alto e o mais nos será acrescentado. (Mateus 6.33)

Se o Reino dos Céus é tomado a força (Mateus 11.12), Ele nos convida a lutarmos para alcançá-lo, pois a apatia não é nenhum tipo de imã que o atrai.

Jesus nos convida  a soltarmos as coisas velhas empilhadas no escuro museu de nossa carnalidade. (Efésios 4.22)

Nos convida a dizer sempre "Seja, contudo, feita a Tua vontade, óh Pai" (Mateus 6.10)

É um convite, um convite que, às vezes, insistimos em recusar.

9 de dezembro de 2013

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A cura empoeirada na estante

Por Valdson Almeida

O tédio consome suas horas livres. A correria do dia-a-dia é o motivo das suas desculpas. As redes sociais escravizam seus dedos e mente por horas a fio.E ela continua lá. Empoeiradamente disponível.

Realmente você quer encontrar em Jesus um amigo?
Realmente você quer ser revolucionado pela revolução Dele?
Realmente você quer uma conexão com Criador do universo?
Realmente você quer conhecer e ser curado pelo Amor eternamente constante Dele?
Então retire a Cura da estante, limpe a poeira e mergulhe sem medo nas palavras de Jesus.

Não há outro forma de conhecer Deus.
Não há outra forma de curar o seu coração.
Não há atalhos. Se você realmente deseja conhecer a Deus, tem que deixar o Espírito Santo te guiar através das palavras de vida eterna.

Mergulhe na palavra de Deus, deixe ser envolvido por ela. Não perca tempo não tendo tempo para Ela. Conheça Jesus através dela. Viva cada emoção arrebatadora contida em suas páginas. Desfrute do poder de suas histórias fortemente transformadoras. Permita ter suas algemas do comodismo quebradas pela força do Livro dos livros.

Lâmpada para os meus pés e tua palavra, e luz para o meu caminho. Salmos 119.105

Sem enrolação, leia a bíblia!

5 de dezembro de 2013

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Tu és

Por Wanessa Pimentel.

Nos últimos dias, momentos de auto-análise surgiram de maneira inesperada... Orações apreensivas dentro do coração. Em qualquer lugar, de qualquer jeito... Lá estava minha voz abafada falando com o Dono de TODAS as coisas. Dentro do ônibus, no banho, sentada fazendo algum trabalho, andando na rua, deitada antes de dormir, almoçando... Quanto mais olhava para quem eu era, mas via que precisava Dele. Quanto mais olhava pras minhas falhas, entendia o porquê de me sentir tão fraca e “ineficaz” neste mundo de dores, carente de um Salvador.

Meu coração, tão vazio e sujo, tão escuro e cheio de maldade... Havia passado a noite inteira fazendo perguntas em silêncio, buscando ouvir a Voz que acalma toda e qualquer tempestade. Amanheceu... E como os feixes de sol que entravam pela janela do meu quarto... Assim o Espírito Santo de Deus tocava meu coração e me mostrava... Que em meio às nossas trevas ELE é a poderosa luz (Salmo 18:28), a Estrela da manhã que escolheu habitar dentro de nós (Apocalipse 22:16). Ele me mostrava que sozinhos não conseguimos nada, mas NELE podemos todas as coisas (Filipenses 4:13)! Que nossas palavras são vazias, mas ELE possui as palavras de Vida Eterna (João 6:68)! Que somos ineficazes agindo pelas nossas próprias forças, mas ELE é quem nos cinge com Sua gloriosa força e não permite que nossos pés vacilem (Salmos 66:9) e nos faz mais do que vencedores (Romanos 8:37)!

“Tu, SENHOR, és a minha lâmpada; o SENHOR derrama luz nas minhas trevas” 2 Samuel 22:29.
Doce e linda estrela da manhã...

Jesus, Nós Te amamos

4 de dezembro de 2013

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Tudo fora do PÃO DA VIDA é MORTE

Por Carolina Garcia

Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo. João 6.33

Através de uma singela e linda metáfora Jesus Cristo afirma que Ele é o Pão da Vida e não temos vida em nós mesmos (João 6.53): fora dEle o propósito de nossa existência inexiste.

No Evangelho de João 6.26 Jesus revela a real intenção da multidão ao buscá-lo:
“A verdade é que vocês estão me procurando, não porque viram os sinais miraculosos, mas porque comeram os pães e ficaram satisfeitos.”
Neste trecho Ele se refere aos pães multiplicados anteriormente. Pense que tais são símbolos de coisas terrenas e transitórias pelas quais nossa carne é faminta. Este pão proporciona aos seus consumidores uma sensação de saciedade por alguns momentos, mas depois se mostram incapazes de satisfazê-los e estes, novamente esfomeados, procuram o mesmo alimento. Eis os insaciáveis.

Então, novamente exalando sabedoria divina, Ele diz:
Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem lhes dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo. João 6.27

Ao recebermos a vida que provém de Cristo exterminamos a ânsia carnal por algo efêmero e imundo. A vida com a qual Ele nos presenteia promove automaticamente o desejo de viver para eternidade.

Vivamos pelo Pão da Vida, para o Pão da Vida, no Pão da vida.

“(...) E é apenas vivendo para Ele que encontraremos nosso propósito”.

Ele é o UNICO PÃO QUE DÁ VIDA, não faça de outro seu sustento.
No mundo estão expostos incontáveis pães confeitados, recheados e prontos para serem tragados...
Pão da mentira: Apenas R$ omissão da verdade
Pão do ódio: Aproveite R$ extinção o amor
Pão da pornografia, da cegueira espiritual. Enfim, incontáveis, tóxicos e, por vezes, fatais.

Que estes não sejam alvos de nossas mãos, pois, a tentativa de saciar a fome nos deleites carnais, nos pães do pecado e da morte é falível.

Jesus diz: Eu sou o pão da vida, sou o motivo do seu respirar e o ÚNICO que pode te saciar. Aceita isso?
Que nossa resposta o faça sorrir.

3 de dezembro de 2013

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Sim, eu aceito.

Por Heula Almeida

Procura-se um Noivo
A sociedade quer se casar.

Reprimida, em cacos, quase destruída, a espera de um noivo!

Ela não quer ser a outra, quer ser a única.

Ter a garantia desse amor em uma aliança, quer demonstrações de que esse amor será eterno.

Jesus Leu esse classificado em cada coração, E se apaixonou, Profundamente.

Foi por você, só por você que Jesus carregou uma única cruz, mas com o peso de toda a humanidade sobre ela, a cruz não era só pesada, era injusta, imprópria.

Foi para que você usasse uma coroa de rei e rainha que ele permitiu que colocassem uma coroa de espinhos em sua cabeça,
Ele ofereceu as mais lindas rosas quando apanhou indignamente .
Ele bebeu o cálice da amargura quando teve sede, só por que não queria desistir de você,
E em silêncio suportou cada dor até o fim... E essa sem Dúvida foi à maior e sincera declaração de amor que você já ganhou,
Ele demonstrou que viver por quem se ama é amar, mais morrer por quem amamos, é necessariamente amar Muito. se todos aceitassem o amor de Jesus, não mendigariam qualquer amor por ai.
Ele escolheu amar você, e na lista de convidados para festa no céu você é a principal.

Só existiu um Noivo, porque iria existir uma Noiva,
A data do casamento já foi marcada, Ele virá e vem buscar você
E o tão somente “ felizes” para sempre, existirá!

28 de novembro de 2013

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Fé em frente!

Por Heula Almeida

Qual é o caminho que os pássaros trilham? Não há placas no céu!

Diferente do homem que precisa vê, as aves imaginam e criam suas próprias sinalizações e chegam onde querem sem a necessidade nenhuma de visualizar as rotas do caminho!

Você consegue enxergar o seu destino? Há placas na terra!

E com tantas delas, a viagem chega a ser confusa, não é? Você conseguiu chegar à avenida principal, e junto com você há tanto movimento, pensamentos lotados, caminhões de desânimos, táxi do desespero... Você faz parte do trafego que congestiona o caminho...

Mais o sinal está aberto! Avance!

O verde do semáforo às vezes nos da à impressão de que está vermelho, e paramos. Mas não só as nossas pernas que param os sentidos também, não se escutam as buzinas e os gritos que nos avisam que já podemos avançar.

Você não está com o tanque vazio, há muita esperança dentro de você e a parada não era obrigatória, você simplesmente parou, por que na verdade não consegue vê nada, além do medo de seguir!
Em qual rua você deixou a sua fé?

É essencial que tenhamos fé, nenhuma viajem é finalizada sem Ela!

Você consegue acreditar na fé?

Não use a desculpa que só acredita naquilo que possa vê, pois a fé é o passaporte que garante sua chegada, a fé não é invisível aos olhos humanos, pois ela está refletida na bagagem que você leva nessa viagem.

você se lembra do que colocou na mala?
Seus sonhos já realizados
suas conquistas alcançadas
sua família salva
suas lutas vencidas
suas orações respondidas
suas dores curadas
suas lembranças eternas

Ter fé move montanhas e te fazer mover é só uma questão de enxergar ela dentro de você!

Prossiga, a viagem continua!